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Batismo – um tratado batista sobre o credobatismo

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A Pro Nobis Editora, agora, nos abençoa com este antigo tesouro dos batistas. Glória a Deus por essa visão, pelo incansável e dispendioso trabalho desses irmãos! Nosso é o privilégio de ler e conhecer esta obra de gigantes da história batista. Minha oração e desejo mais sincero é que crentes em Jesus Cristo, que ainda não obedeceram ao Senhor a este respeito, ao lerem este tratado, queiram seguir o Salvador até às águas do batismo — e a seu respeito se diga: “estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que ele vá” (Ap 14.4). Não porque ao batismo se agarrarão para a salvação, mas por ser uma ordenança do Senhor, o ato da igreja de afirmar e retratar, pela imersão, a união de um crente com Cristo; é o sinal de sua purificação pelo sangue do Cordeiro de Deus, emblema de sua morte e sepultamento com o seu Senhor e a demonstração externada, a declaração pública de fé, pela emersão da água, de seu novo nascimento; é o compromisso público do crente com Cristo e seu povo.

— Leandro Peixoto, Pastor da Segunda Igreja Batista em Goiânia, Mestre em Teologia pelo Southeastern Baptist Theological Seminary, Doutorando em Ministério pelo Centro Presbiteriano Andrew Jumper / Reformed Theological Seminary.

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Descrição

Este simples e pequeno livro foi escrito por John Norcott, um antigo pregador batista particular. Ele sucedeu a John Spilsbury, que foi o primeiro pastor da primeira igreja batista particular da Inglaterra, a qual, tendo sido formada em 1633, reunia-se na viela Old Gravel, no bairro de Wapping, em Londres. John Norcott faleceu na meia-idade, em 1676. Benjamin Keach o tinha em alta estima e pregou o seu sermão fúnebre, que foi impresso como Uma ordem à sepultura, ou A necessidade de uma preparação oportuna para a morte, demonstrada num sermão pregado no funeral daquele mui eminente e fiel servo de Jesus Cristo, o Sr. John Norcott, que partiu desta vida em 24 de março de 1675/6.

A presente edição foi publicada em 1911 pela editora Farncombe & Son, que usou a versão produzida por C. H. Spurgeon em 1885 e adicionou-lhe o curto relato da vida de John Norcott, extraído da obra History of the English Baptists [História dos Batistas Ingleses], de Joseph Ivimey. J. K. Popham, numa resenha publicada em 1912 na revista Gospel Standard, escreveu:

Um livro notável, que nos foi legado desde o século XVII, quando os batistas estavam sob grande opressão, e o próprio autor sofria perseguição — aparentemente, dos irmãos. De uma leitura cuidadosa desse livro nós auferimos o sentimento de que nenhuma outra obra que já tenhamos lido acerca do mesmo assunto transmite ao nosso coração e juízo, com igual clareza e convicção, a natureza, forma e obrigatoriedade do batismo. […] Duas características definem o livro:

1. A totalidade da Escritura a ensinar acerca do assunto. “Assim diz o Senhor” está em cada página, em cada argumento, em cada alegação; daí a força, a luz e o claro resplendor da verdade. O leitor se depara, em todos os lugares, com a autoridade expressa pelo divino e inequívoco mandamento e pelo exemplo do — e no — próprio Senhor e seus apóstolos e discípulos. Assim, a ordenança, o seu modo verdadeiro e os receptores apropriados são postos diante do leitor […] à fulgurante e bela luz da própria Palavra. Nenhum leitor de John Norcott, portanto, precisa temer que a sua mente seja confundida ou que sua capacidade seja superada por um raciocínio intrincado.

2. O segundo elemento que, em nossa avaliação, marca o livro que temos diante de nós é o espírito gracioso que o perpassa, a unção com a qual, evidentemente, ele foi escrito. O escritor possuía os rios de água viva prometidos por Cristo (cf. Jo 7.38–39). Essa característica tão notória no livro nos atraiu, e não duvidamos que muitos a notarão e sentirão, ainda que não estejam convictos do batismo; pois as armas usadas na disputa não são carnais.

Sinceramente, esperamos que muitos membros do povo do Senhor que reconhecem ser bíblico o batismo de crentes, mas que ainda não sentiram a sua obrigatoriedade, sejam levados a senti-la, ao lerem esse importante livro.

F. J. Kirby, numa resenha publicada em 1912 na revista Christian’s Pathway, escreveu: Abaixo de Deus, é a esses homens verdadeiramente nobres — os nossos pais na fé uma vez entregue aos santos — que nós, batistas estritos e particulares, devemos tanto pelos privilégios de que desfrutamos hoje. […] Essa obra, escrita com tanta precisão, mas, ainda assim, de forma gentil e encorajadora, é o livro de que necessitamos no tempo presente. Ele nos lembra de que a nossa denominação, por manter as ordenanças de Cristo em sua pureza, passou por perseguição. E nós seremos menos obedientes ao mandamento de Cristo? Na presente edição, os pronomes pessoais e as formas verbais foram modernizadas, exceto nas citações bíblicas.

Informação adicional

Peso 0.208 kg
Dimensões 21 × 14 × 1 cm
Páginas

192

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